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segunda-feira, 27 de junho de 2011

MTV News


Amy Lee conta para o MTV News que o novo álbum da banda, que sai em 4 de outubro, está cheio de músicas que são 'dolorosas' e 'desesperadas' - por James Montgomery (@positivnegativ)


Fazem cerca de 4 anos desde que o Evanescence saiu em turnê para divulgar o seu último álbum, The Open Door. Nesse tempo, a cantora Amy Lee esteve trabalhando duro estando apenas a frente de uma banda de rock de sucesso global.

Com certeza, ela escreveu algumas músicas ao longo do caminho, mas mais do que isso, seu foco foi em ser, como ela explica, "uma pessoa normal". E, sim, ela aproveitou cada minuto disso.

"Eu podia comprar besteiras, eu pensei em ensinar músicas as crianças... Eu só precisava ficar longe disso. Toda minha vida adulta, até alguns anos atrás, foi apenas isso." ela disse pra MTV News. "Quando eu completei 18 anos, fui contratada. Sai da faculdade, e nós só nos mudamos para uma casa juntos e começamos nos enchendo para fazer tudo que precisávamos pra concretizar isso. E depois fomos para Los Angeles, e a gravadora fez conosco um processo de desenvolvimento artístico por dois anos, e depois estávamos em turnê e foi muito rápido, e logo depois da turnê por trás do Fallen, nós começamos a escrever de novo, imediatamente. ... Eu só queria ser uma pessoa normal por um minuto, antes que eu chegasse aos 50 anos."

"Eu me casei e nós estávamos no meio de uma turnê - eu tinha, tipo, uma semana de férias, e então voltamos direto pro palco - e muita coisa se passou naquele tempo, houve drama... Sempre tem a droga do drama," ela continua. "Então a gente se aproximava do fim dela, e foi tipo, 'Caras, eu não sei de nada. Eu preciso de um tempo'. Eu só queria ser normal; Eu não queria pensar sobre a próxima coisa até que fosse nescessário."

E considerando o quão pesado ela trabalhou evitando o Evanescence, é irônico que tudo o que precisou foi um show com a banda - um caloroso show em 2009 como destaque no Maquinária Festival no Brasil - para lembrá-la o quanto ela sentia falta de sua vida de artista. E daquele momento em diante, as coisas mudaram.

"Eu tinha que voltar com todos os caras, e nós ensaiamos todo o material antigo, organizando o set, e eu me diverti tanto. Comecei a me apaixonar novamente... Por aquela parte de mim, a parte do Evanescence," ela disse. "Eu meio que estava fazendo tudo mais, sabiamente compondo, por mim mesma, e foi tipo 'Oh sim, eu adoro esse material também. Talvez nós podíamos fazer uma gravação!"

Então, recarregado, o Evanescence fez isso, foi pro Blackbird Studio em Nashville trabalhar com o produtor Nick Raskulinecz no seguimento do The Open Door. Ele está perto de ser terminado - Lee falou que há 16 músicas perto da conclusão - e no início dessa semana, sua gravadora de muito tempo, Wind-Up Records anunciou que o álbum estaria chegando as lojas no dia 4 de outubro.

Lee comentou para o MTV News que o álbum será auto-intitulado, uma decisão que não é apenas simbólica, mas uma declaração total também.

"É sobre a banda; é mais do que a gravação de uma banda. Mas comecei a pensar sobre isso, é por que também toda essa gravação e o conteúdo das letras e um monte de coisas é sobre mim e me apaixonar de novo por isso, com o Evanescence, com o que tenho sido obcecada durante uma década, mais do que isso," ela disse. "E me dei um minuto, eu definitivamente me afastei disso de uma grande forma, e então foi, "OK, pessoal, eu não sei o que vamos fazer. Eu não sei o que vai acontecer aqui. Vamos apenas viver nossas vidas por um tempo e ver o que acontece depois."

"Há uma enorme quantidade de trabalho agora, 16 músicas, e obviamente nem todas elas estarão na gravação, e isso vai ser uma momento de partir o coração. Mas pra mim, quando as escuto, é uma jornada," ela disse. "Elas o levam a uma viagem emocional... Elas o levam a um monte de lugares diferentes. emocionalmente. Elas me fazem sentir realmente feliz, por que mesmo que as músicas sejam desesperadores, tipo, aqueles sentimentos desesperadores que se tornam algo belo, produtivo e excelente. Há músicas dolorosas, mas as ouvindo eu me sinto bem, por que eu passei por aquela dor e desfiz dela usando a música como escape e a transformei em algo muito bom, seguindo com a minha vida, ser produtiva em vez de sentar em torno de rotina."

E enquanto foi difícil para Lee descrever apenas como as músicas soam ("É épico, é obscuro, é belo...tudo isso." ela riu), ela sabia exatamente como eles faziam ela se sentir - e depois desse longo tempo longe do grupo, é mais importante pra ela do que qualquer outra coisa.



O sucessor do The Open Door, sai no dia 4 de outubro, 'beija você bem no rosto', diz cantora.
Por James Montgomery (@positivnegativ)

Amy Lee está tendo dificuldade para falar sobre o próximo álbum do Evanescence, parcialmente por que ela está sem prática - faz um tempo desde que a vocalista da banda teve que enfrentar a impressa, depois de tudo - mas é mais por causa que ela usa palavras como "divertido" para descrevê-lo. E até ela reconhece o quão estranho parece.

"Não posso dar uma boa referencia sobre ele, por que provavelmente é a gravação mais pesada que já fizemos, mas nós estamos tendo grandes momentos o fazendo," a cantora disse, rindo. "Eu não quero dizer a palavra "divertido", mas ele é...é totalmente divertido. Estamos apenas indo para ele. Então eu não quero dizer que ele está 'expressando a dor de mil tristezas,' por ele não é isso. Eu quero dizer, é apenas mais maduro; É apenas uma grande gravação. É difícil resumir."

Com certeza, ela é rápida em adicionar que "divertido" não quer dizer necessariamente "tolo ou pop". "Isso não o traduz certo... EU ESTOU ME DIVERTINDO; todos nós estamos nos divertindo", ela explica. "E há momentos onde você pode ouvir isso."

Mas Lee será a primeira a admitir que, quando o Evanescence retornar em outubro com seu primeiro álbum em 5 anos, eles serão uma fera muito diferente de fato.
Caso em questão: o primeiro single, o qual, embora ela não revelará o título, é uma das músicas que ela se sente mais confortável em descrever como uma partida definitiva para a banda.

"É realmente diferente pra nós. Não soa como nenhuma faixa do Evanescence que você ouviu antes," ela disse. "É pesada, mas as melodias e materias-primas, eu sinto como eu tivesse feito o que eu queria. Eu, literalmente, cantei o que eu queria cantar, por que foi divertido e isso meio que me fez sorrir, e eu terminei me divertindo de verdade, legal, uma coisa cativante que deixou todo mundo encantado por ela.";

"Você sempre tem que pensar sobre isso. Temos que tomar as decisões com a gravadora , e ver o que eles vão lançar", explicou ela. "Nós não conseguimos fazer o que queremos o tempo todo, então o single tem que soar como um hit. Mas, nós, queremos mais do que isso."

"Há muita coisa que eu quero passar de uma vez, antes que eu perca a atenção de alguém. Assim, a música que eu acho que é o primeiro single é a canção que envolve tudo. Tem um significado legal, um monte de letras interessantes, elas simplesmente 'atingem seu rosto' é pesado e é muito bom... Eu acho que há algumas músicas que atendem a critérios mesmo."

Para o efeito, embora ela (acidentalmente) usa palavras como "diversão" para descrevê-lo, o novo álbum do Evanescence só poderia ser o próximo passo lógico para a banda: Os mesmos temas estão lá, mas pela primeira vez em sua carreira, Lee vai escrever sobre eles (e ela mesma ) de novas maneiras. No final do dia, como sempre foi o caso, a "catarse" é a chave.

"Há temas de rupturas, a busca pela liberdade, e então há músicas que são apenas sobre se apaixonar... É só por todo o lugar", disse ela, rindo. "Há uma bela canção que - definitivamente vai fazer o álbum, ou eu vou matar alguém - não é como um single ou qualquer coisa, é apenas esta faixa do álbum épico que é sobre a perda da perspectiva de alguém, perder alguém em uma tragédia, e é muito legal ouvir isso outra vez também."

"Isso não é algo que eu fiz no The Open Door. The Open Door foi tudo sobre mim e minhas experiências pessoais. E há alguns momentos neste (álbum) que na verdade são tomadas a partir de coisas que eu assisti acabarem/caírem, dos meus amigos e coisas assim. mas, realmente, o que me faz sentir mais, isso é o que está no disco, porque é isso que eu preciso tirar do meu peito."

Tradução: Suelen/Ruan

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